“To microsite or not to microsite?”

O artigo é de 2014 mas os argumentos são válidos. Os microsites beneficiam ou prejudicam o SEO?

Como fazem nas vossas empresas?

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Novidades Google: mais driven content ou mais um flop?

O Google tem uma nova página de entrada para a sua versão desktop. Passará a ter um feed de notícias, baseado nos interesses do utilizador. O vídeo promocional é apelativo mas na prática….

Será mais um flop ou terá realmente utilidade no pântano de apps que existe atualmente? Testei e não lhe encontrei grande utilidade. Em boa verdade, raramente abro o Google no smartphone. E vocês?

Mais informações aqui, disponibilizadas pelo Jornal de Negócios.

Farfetch, o unicórnio português

Já toda a gente das áreas do Marketing, Tecnologias e afins conhece a Farfetch,  a famosa plataforma de compras online de artigos de luxo portuguesa, que recentemente se tornou no chamado “unicórnio português”, a única startup nacional avaliada em mais de mil milhões. De tanto que cresceu e de tanta tinta que já fez correr, constitui atualmente um empregador muito apetecível. E vagas, efetivamente, não faltam e estão espalhadas já pelo menos por três continentes. Segundo dados do Expresso, a Farfetch, só em Portugal vai contratar 500 pessoas até ao final de 2017 , sendo a maioria para a área tecnológica.

No que ao Marketing diz respeito, recentemente John Veichmanis assumiu o papel de diretor de Marketing. Com uma experiência de mais de 20 anos e tendo passado anteriormente por grandes tecnológicas como a Dell, Apple, Skype e Expedia, John Veichmanis passou a ser o responsável pelo desenvolvimento da marca.

 

 

Tendências do Webdesign

Artigo da Marketeer com o state of the art do Webdesign.

As tendências elencadas estão já bastante instituídas embora as mais técnicas não sejam perceptíveis ao utilizador.

Para mim, quanto à questão do conteúdo personalizado, levanta-se novamente a questão: até que ponto esta personalização não limita o utilizador? E até que ponto os resultados obtidos não serão igualmente bons ou até superiores mas apenas diferentes?

Conteúdo personalizado

Personalizar o conteúdo para aumentar a performance. Seja qual for a métrica em análise, a performance é uma questão que as empresas e os anunciantes têm cada vez mais presente no momento de criar ou avaliar os seus websites. A personalização do conteúdo baseia-se em três principais pilares:

– Demografia: Quem é o utilizador? Onde se encontra?

– Comportamento: O que quer no presente? O que fez no passado?

– Contexto: Qual o dispositivo utilizado? Qual o browser utilizado? Como chegou ao website?

Quanto mais personalizado o conteúdo estiver, mais optimizado está o website; melhores resultados serão obtidos.”

Dicas Adwords para principiantes

Uma campanha de Adwords terá como objectivo trazer novos visitantes a um site, aumentar as vendas online, criar leads ou fidelizar os clientes. No entanto, se não for bem parametrizada, corre-se o risco de perder de dinheiro em vez de ganhar.

Certo que há sensibilidades que se ganham apenas com a prática mas um utilizador menos experiente pode incorrer em certos erros.

O artigo de Alex Chris que indico no link abaixo resume de forma concisa e clara alguns erros para os quais devemos estar alerta para que as nossas campanhas sejam bem sucedidas desde o início!

“Top 10 Adwords Mistakes that are Wasting your Budget”

 

“Novas tecnologias continuam a marcar o mercado de trabalho nacional. Empresas adaptam-se ao mundo digital e da inovação”

A perspectiva para as áreas digitais, nomeadamente no que diz respeito ao Marketing, não podia ser melhor mas mais uma vez se levanta a grande dúvida do futuro: ao nível humano, que caminho estamos a trilhar?

“O mercado laboral português estagnou há uns anos, as empresas reduziram as suas estruturas de recursos humanos e esqueceram-se de planear o futuro. Quando o mercado voltou a abrir, fê-lo de forma muito rápida e as instituições não estavam preparadas. Hoje custa-lhes encontrar certos profissionais”, é desta forma que Sandrine Veríssimo, diretora regional da Hayes, justifica a crescente procura, sem oferta correspondente, de profissionais das áreas de tecnologias de informação.

“Os IT são os únicos que estão num mercado candidate driven, ou seja, há mais procura do que oferta e os próprios técnicos é que escolhem onde é que querem trabalhar”, concorda Nuno Troni, diretor da área de profissionais da Randstad, que indica que os empregadores chegam a abrir processos de recrutamento em várias empresas especializadas para a mesma posição.

É uma profissão muito especializada, mas com emprego assegurado. As vertentes mais procuradas são os programadores. “Tudo o que trabalhe com a área digital, CRM, e-commerce. Pessoas que saibam mexer com Dot Net, Java e Mobile têm sempre muita saída,” explica Sandrine Veríssimo.

Mas as novas tecnologias abrangem mais do que os programadores especializados e os técnicos de informática. Com o avanço da digitalização e da inovação no mundo empresarial, as instituições cada vez mais pedem profissionais que se consigam moldar aos novos tempos e tendências. “A área específica do marketing tem vindo a sofrer constantes adaptações, fruto do exponencial progresso tecnológico e digital, o que por sua vez tem revolucionado a vertente da comunicação. As profissões ligadas ao marketing digital, social media e de gestão de produto continuarão a ter destaque nas organizações”, exemplifica Carla Rebelo, diretora-geral da Adecco.

Contudo, é um pau de dois bicos. Com o avanço da digitalização e da inovação no mundo empresarial, há a necessidade de contratar técnicos especializados em inovação e de moldar profissões antigas às novas tecnologias. Mas, por outro lado, as instituições conseguem também informatizar muitas tarefas provocando o despedimento de mão-de-obra. No final da Web Summit, o maior evento tecnológico do mundo, que em novembro teve lugar em Lisboa, Paddy Cosgrave, CEO da conferência, perguntava: “O que vamos fazer quando milhões de pessoas ficarem sem emprego [devido ao avanço da tecnologia e inovação]? Essa é uma conversa séria que vamos precisar de ter?”

Para já, o melhor é seguir a indicação de Carla Rebelo, que aponta que, em 2017, existem ainda vários setores nos quais a procura vai continuar a aumentar, sobretudo “no turismo, nos que estão diretamente ligados ao investimento direto estrangeiro como o setor financeiro, de serviços partilhados, imobiliário, agroindústria e indústrias criativas de serviços, como por exemplo, as startups”.

Mas há tendências que vão transitar de 2016 para o ano que agora se inicia. “Não é verdade que há engenheiros a mais. Continua a haver procura, sobretudo na área da engenharia da automação e da mecatrónica. Encontrar bons profissionais no ramo é quase como encontrar uma agulha num palheiro”, afirma Sandrine Veríssimo.

Mas nem todas as engenharias terão a mesma saída. A tecnológica vai estar em destaque enquanto a industrial será mais procurada no Norte do país. A civil continuará sem grande vazão, uma vez que o investimento em obras públicas está em baixa. Mas há vários outros setores que continuam em alta. “Prevemos continuar a receber das empresas muitos pedidos de profissionais da área da economia e gestão. Obviamente que os que vierem dos melhores cursos e universidades serão os que vão ficar mais bem posicionados nos recrutamentos”, assegura Nuno Troni, da Randstad.”

In http://www.dn.pt/
http://www.dn.pt/dinheiro/interior/tecnologias-de-informacao-e-turismo-vao-ter-maior-procura-em-2017-5581422.html